Código Da Vinci - Obra de ficção, claro !!!!
Fui há dias ver o filme. Vê-se com agrado, acho que está bastante fiel ao livro, mas o que mais me surpreende neste fenómeno todo, é a maneira como a Igreja Católica se desdobra em explicações e repetindo à saciedade que se trata de uma obra de ficção... Eles lá sabem! São peritos no assunto.
3 Comments:
O livro e o posterior filme são obras ficcionais elaborada a partir de uma realidade mistificada e obscura o que, só por si, propociona uma elevada expectativa e curiosidade.
O livro e o filme levantam a ponta do véu sobre uma organização com um enorme poder na Igreja - a Opus Dei - que atinge o topo da sua hierarquia (é desde João Paulo II uma Prelatura pessoal do Papa).
No livro e consequentemente no filme há, com toda a probabilidade, imprecisões históricas, erros, etc.
Todavia, a Igreja - para além das publicações que tem patrocinado no sentido de desmentir o Código - tem na sua mão a solução do problema: abrir sem condicionalismos (historiadores, teólogos,outros investigadores) a biblioteca do Vaticano.
Quando digo - sem condicionalismos - refiro-me também a crentes, agnósticos e ateus.
Agora se eu especular ou discorrer sobre uma qualquer organização (ou instituição) e, essa mesma organização, vier a terreiro desmentir guardando debaixo da sotaina os documentos que possuí, não está a ser honesta, nem transparente.
É que, hoje, a história e a realidade não podem ser interpretados à luz da fé.
É curto.
Sendo assim o Código da Vinci será um êxito.
E, sobre temáticas idênticas, apareceram no prelo as cenas dos próximos capítulos.
O Index já não é eficaz!
Última Notícia:
Sporting tem contrato com o Figo!
Assim como o seu rival da 2ª circular, o Sporting reuniu esforços para trazer o seu menino de ouro, saído de Alvalade há cerca de uma década.
Os contratos, ao que pude apurar, são bastante semelhantes para os dois jogadores, e tal como o Rui Costa que deixou o espaço do salário em branco, também o Figo, pelo mesmo diapasão, resolveu mostrar as suas intenções em envergar a camisola verde e branca, deixando sem preenchimento o espaço reservado à assinatura
Ainda não fui ver o filme, Fátima. Talvez não o vá tão cedo. Mas o que mais me surpreende é que tanto Igreja como a indústria no entretenimento não cansem de fazer sempre o mesmo debate.
Beijoca
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