Histórias do Hospital- "Os Hospitais são sítios perigosos, use-os com precaução!!!"

Trabalhar num Hospital é lidar com a vida, a saúde e a morte. É ter, todos os dias, histórias de sucessos, de fracassos, de vitórias, de derrotas, mas, às vezes, de humor! Ora leiam esta: a doente "Maria", internada na enfermaria de Gastro, foi levada a uma sala para fazer um exame. Chegada lá, a enfermeira tirou-lhe os óculos e colocou-os em cima duma mesa. Acabado o exame levou a doente "Maria" de volta à enfermaria, sem os óculos. Passados uns minutos vem a doente "Tina", fazer o mesmo tipo de exame, mas agora, a enfermeira que acompanha "Tina", vê os óculos, coloca-os à sua doente e leva-a de volta para a enfermaria. Passadas algumas horas, "Tina", pergunta à doente da cama ao lado, será que já posso tirar os óculos, que me colocaram lá na sala do exame?" A doente da cama ao lado responde, "não, se lhos colocaram é porque são necessários! Eles hão-de vir tirar-lhos!" E assim a doente "Tina", passa horas, sem ver nada, com uns óculos que não são seus, até ao momento que a enfermeira vai à enfermaria e "Tina" lhe faz a pergunta que fez à doente da cama ao lado. O resto já calculam!
O que sempre me tocou nesta história é a forma como os doentes confiam (na maior parte dos casos é assim, e é bom que seja!!!), no pessoal de saúde!
6 Comments:
Não confiam.
Não têm respeito.
Resta o Medo.
Já agora é gastro.
Beijos tico
Hositais ou Hospitais?
-Obrigada Tico!
- Anónimo, não percebo o que queres dizer.
A propósito do título do teu "post"...
Ontem, encontrei um amigo no Hospital e, depois das conversas de circunstância, ele revelou o motivo da visita.
Na noite anterior, uns jovens envolveram-se numa briga e tiveram que ser socorridos no Hospital local. Um seu familiar, precisando também de tratamento, por algumas escoriações e, receoso... solicitou à policia que o acompanha-se. Como tal não foi possível, sua mãe transportou-o ao referido Hospital.
O "inimigo" lá estava e, provavelmente terá pensado que deveria terminar o que houvera começado... Se assim o pensou, assim o praticou.
Final da história: aquele rapaz que ia ao Hospital de Anadia tratar "os arranhões", é transferido de urgência para os HUC, em coma, por taumatismo craniano.
eu tenho que agradecer ao Serviço Nacional de Saúde: é tão, tão, tão, tão mau, que decidi deixar de ficar doente só para não voltar lá...
Cada vez que lá ia, trazia mais uma doença...
Agora a sério, o ano passado fui lá parar, tava com o coração a 29 pulsações por minuto. O médico, novato, que lá estava, assustou-se e não me deixou sair de lá, fiquei uma noite toda monitorizado. Não dormi, claro, com todo o tipo de estropios a entrar na urgência a noite toda. Um ressacado politraumatizado (espetou-se de mota bêbado) acordou n vezes e arrancou os tubos dele e quase os meus...) ao meul lado não ajudou. De manhã, o chefe do serviço olhou para a minha ficha e para o monitor, disse-me que eu tinha bradicardia (obrigado, esse é o nome para um ritmo cardíaco baixo, ou seja,o meu sintoma...9 e mandou-me... a um especialista!??!!! Isto foi no S. José, suposto Hospital central...
Fui logo a correr a um homeopata. Até hoje, tudo bem...
Hi! It's nice to find blogs in portuguese, I don't speak it but I like it. I didn't understand your post about hospitals but I work in one here in Mexico!
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