Sábado à tarde nas margens do Mondego

- Pode.
- O que é que está a pescar?
- Nada.
- Nada?
- Pois, não está a dar nada.
E lá ficou o pescador, de cana na mão, esperando, pacientemente, por nada. E eu afastei-me, cheia de inveja, daquela tranquilidade calma.
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